As Chegadas no Brasil

1 - Em 15/agosto/1877 - Luigia Tizianel (Tessianelli na ficha de desembarque) com 28 anos,  casada com Liberale Fantin (34 anos), mais os filhos Teresa Fantin (06 anos) e Antonio Fantin (03 anos). A família veio com os primeiros imigrantes italianos no Vapor Columbia, saindo do Porto de Gênova, Itália, em 10/07/1877, e desembarcaram no Porto de Vitória (ES), Brasil, em 15/agosto/1877. Eram agricultores e católicos. Foram para Santa Cruz (ES).

2 - Em 17/janeiro/1880 - Maria Anna Tizianel (Tizianeli na ficha de desembarque) com 26 anos, casada com Angelo Fantin (32 anos), mais o sogro Antonio Fantin (62 anos) e os filhos: Luigi Fantin (04 anos), Anna Fantin (03 anos) e Giuseppe Fantin (meses de idade). A família embarcou no Porto de Gênova, Itália, no navio Hohenzollern. Fizeram escala no Porto do Rio de Janeiro (RJ) e desembarcaram no Porto fluvial de Benevente (ES), Brasil, em 17/janeiro/1880. Eram agricultores e católicos. Foram para a Colônia Castello (Alfredo Chaves e região).

3- Padre Tiziano Tizianello – já estava no Brasil em 22/fevereiro/1880 (Vide mais em “Padres, Freiras nas Famílias). Ainda não foi localizada a data correta de sua chegada e qual o porto de sua entrada.

4- 03/04/1883 – O navio La France atracou no Porto de Rio de Janeiro com algumas famílias de polcenigheses e muitos deles foram para o Estado do Espírito Santo, tais como as famílias: Bravin e Puppin. Depois esse navio seguiu viagem até o Porto de Santos (SP).
- 05/04/1883 – Desembarcaram do Vapor LA FRANCE no Porto de Santos (SP):

GIO MARIA TIZIANEL (50 anos), sua esposa GIOVANNA ZANOLIN (45 anos) e os filhos:
Maria (com 22 anos), Ticiano (com 18 anos), Antonio (com 15 anos), meu bisavô Giuseppe (com 12 anos), Catarina (com 06 anos) e Luigi (com 01 ano).

Observação: Permaneceu na Itália, a filha Rosália Tizianel (nascida em                       18/março/1859), pois já estava casada.

Infelizmente, trata-se do 1º Livro de Registros da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo, que tem poucas anotações e houve algumas incorreções nos nomes:
1 - Gio Maria Tizianel está registrado como Genasio Tizianel (o microfilme do livro original foi conferido e realmente está escrito Genasio).
2 - Os filhos, suas entradas, estão vinculados somente à mãe Giovanna Zanolin, que foi registrada como Giovanna Zanolina;
- Ticiano ou Tiziano-Giuseppe está registrado como Giuseppe;
- Giuseppe Domenico (meu bisavô) está registrado somente como Domenico.

NOTA: Luigi Tizianel - outro filho de nome homônimo nasceu em               20/junho/1873, na fração de Gorgazzo, Polcenigo e faleceu em               08/março/1876, na fração de Gorgazzo, conforme pesquisado               em microfilme do Ufficio Anagrafe, de Polcenigo (PN).

Os dados podem ser conferidos no site:
http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/index1.htm
A procedência Gênova diz respeito ao porto de embarque e o destino deles era para Jaú/Piracicaba.
A outra informação é que eram católicos.

Por informações familiares, soube que trouxeram na bagagem uma imagem de Santo Antonio de Pádova e um Anjo esculpidos em mármore carrara e outros souvenires de peregrinação (pequenos relicários feitos em latão) também com imagens de Santo Antônio de Pádova.


Dezembro 2003

Julho 2007

As imagens de mármore do Santo Antonio e do Anjo após permanecerem guardadas em túmulo de familiares foram transferidas para a Capela do Bairro Viuval de Cima, com a intenção que sempre permanecessem na família. A capela antiga foi demolida e outra foi erguida no mesmo bairro, sendo inaugurada em janeiro de 1980. Uma reforma foi efetuada recentemente, em julho/2007.

Uma imagem pequena (souvenir do peregrino) eu ganhei de meu avô Mário Paschoal Ticianeli, quando eu fui trabalhar e morar em Maracajú (MS). Foi quando ele me contou que Santo Antônio protegeu nossos antepassados na viagem da Itália ao Brasil e queria que me protegesse na minha nova morada. Que esta imagem pertencia ao bisavô. Tamanha foi minha emoção, que não lhe perguntei se era do “meu bisavô Giuseppe” ou do bisavô dele, o Giuseppe Tizianel casado com Anna Bravin.

Inscrição: “Souvenir de Pelekinage”


1ª. Capela do Bairro Viuval de Cima.


Capela Antiga – Participantes da Demolição.


Inauguração da Nova Capela, janeiro/1980:
Padres Ademir, Romão, Eutímio e Cechinatto.


09/07/07 – Reforma da Capela do Bairro Viuval de Cima.

Nota: Santo Antônio também é protetor de casas, dos necessitados           e ajuda na recuperação de objetos perdidos, além do amor e           matrimônio.

 

 

As terras em frente à capela no Bairro Viuval de Cima pertenceram a Ítalo Anversa, pai de Maria de Lourdes Anversa Ticianelli.
Foto abaixo: família de Ítalo Anversa e Giuseppa Martinelli (cedida por Arminda Anversa Cruz).



Pôr-do-sol no Bairro Viuval de Cima – Foto de 09/jul/2007.

A família de Gio Maria Tizianel foi primeiramente para a fazenda da família Ribeiro de Barros, em Jaú (SP). Ali aprenderam a lidar com a cultura do café. Foi onde meu bisavô Giuseppe conheceu sua futura esposa, a Giuseppa Grigolin.

Giovanna Zanolin passou a adotar no Brasil somente o nome de Anna Zanolin e está enterrada no túmulo da “Família Aristeu Ticianelli” no Cemitério Municipal de Bariri (SP) – avenida principal, juntamente com seu filho Ticiano, nora Maria Sandoli/Scandolo, neta Catarina (filha de Ticiano e Maria) e outros familiares. Fala-se que Gio Maria Tizianel ou João Maria Tizianel (falecido em 14/05/1899) foi enterrado próximo à capela do Bairro Viuval de Cima. Pode ser que tenha ocorrido, pois esse era o costume da época.

 

 

 

 

Foto exposta no Museu Municipal de Jaú (SP) – mar/2007.

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu Municipal de Jaú (SP) – Foto mar/2007.

 

Bairro Viuval de Cima - Bariri (SP) – foto dez/2003

Depois a família foi para o Bairro Viuval de Cima, em Bariri (SP). Os filhos ali se casaram e outras gerações também ali residiram ou em fazendas ao redor. As casas antigas da fazenda já foram destruídas, talvez restem apenas as figueiras.

Figueiras – Bairro Viuval de Cima - Foto dez/2003


Bairro Viuval de Cima – Bariri (SP) - dez/2003 – Demolição da casa que foi de Pedro Ticianelli e Rosa Perla, ele filho de Tiziano-Giuseppe Tizianel e Maria Scandolo/Sandoli.


Casa de Colonos
Bairro Viuval de Cima – dez/2003

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao longe, capela, escola e Fazendinha.
Bairro Viuval de Cima- dez/2003.


Foto dez/2003 – De Viuval de Cima (Ticianelli): vista parcial do Bairro Viuval de Baixo (Ferrari).

A escola do Bairro Viuval de Cima está sendo demolida aos poucos.

Foto de 1930

Foto de 1934


Foto – dez/2003

Foto - julho/2007

Somente alguns trechos destas terras ainda pertencem aos descendentes de Tizianel e Piotto.

5- fev/1887 – Essa família embarcou no Porto de Gênova no Navio Napoli, desembarcou no Porto do Rio de Janeiro em 12/março/1887. Em 03/abril/1887 seguiu para o Porto de Benevente no Estado do Espírito Santo com o Navio Mayrink.
Em 04/abril/1887 desembarcaram GIUSEPPE TIZIANEL (32 anos), sua esposa ANNA SCARPAT (30 anos) e seus filhos Antonio (recém-nascido) e Anna Maria (com 02 anos). Foram para a ex-Colônia Castello (Alfredo Chaves e região).

Na Certidão de Entrada de Imigrantes do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo consta que GIUSEPPE TIZIANEL era agricultor e católico.


(click na foto para ampliá-la)

OBSERVAÇÃO: Gostaria de obter notícias a respeito desta                           família e seus descendentes, que bem provável                           tenham hoje o sobrenome de TICIANEL,                           TISSIANEL.

6- Em 07/04/1888 – Chegada do Navio Matteo Bruzzo que saiu do Porto de Gênova, Itália para o Porto de Santos .
Trouxe a família de Stefano Gregolini (com 45 anos), sua esposa Anna Marinello (com 40 anos) e os filhos:
Giuseppa (minha bisavó - com 09 anos), Luigi (07 anos) e Emilia (02 anos).

Também há erros de grafia no registro do livro de entrada:
Nas certidões italianas, o sobrenome é GRIGOLIN; minha bisavó entrou com o nome de Giuseppe e idade de 20 anos, enquanto o correto seria Giuseppa e com 09 anos de idade.
Também foram para a fazenda da família Ribeiro de Barros, em Jaú (SP).

Quando Giuseppa Grigolin se casou com meu bisavô Giuseppe Domenico Tizianel (em 22/06/1895, Jaú/SP) ainda residia nessa fazenda e meu bisavô já residia em Bariri (SP).

Cada imigrante Grigolin é nascido numa cidade diferente na Itália:
- Giuseppa Grigolin nasceu na fração de Mandria, cidade de Pádova, Província de Pádova, Região do Vêneto, Itália.
- Seus pais e seu irmão Luigi nasceram em cidades da Província de Pádova e sua irmã Emília nasceu na fração de Gambarare, pertencente à cidade de Mira, Província de Venezia, Região do Vêneto, Itália. Vide Árvore Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

Região do Vêneto e suas 07 Províncias: Belluno (lilás), Treviso (verde), Venezia (rosa), Rovigo (azul), Verona (laranja), Vicenza (vermelho), Pádova (amarelo).

Curiosidade: O Vêneto (em italiano Veneto) é uma região do norte da Itália com 4,5 milhões de habitantes e 18 264 km², cuja capital é Veneza.
Tem limites a leste com o Friuli-Venezia Giulia, a norte com a Áustria (Tirol e Caríntia), a noroeste com o Trentino-Alto Ádige, a oeste com a Lombardia, ao sul com a Emília-Romagna e a leste com o Mar Adriático (Golfo de Veneza). Vide mapa acima.

 


Anna Marinello no centro, seu filho Luigi Grigolin, esposa Virgínia Aliatti e filhos.
Foto cedida por Luiz Pedro Grigolin.

Observação: Anna Marinello, Luigi Grigolin, Virgínia Aliatti e Conceição Ap. Grigolim estão enterrados no mesmo túmulo no Cemitério Municipal de Bariri (SP) – avenida principal.

Stefano Grigolin faleceu em 03/05/1897, com 45 anos de idade, na fazenda São João da Serra, na Villa do Baryry (SP), como consta no registro de óbito nº. 64, de 04/05/1897, com o nome de Estevam Rigolini.
Nessa época o Cemitério Municipal de Bariri (SP) ainda não havia sido inaugurado. Outros dados desse óbito estão em NOTAS na AG.

7- 13/janeiro/1889 – Chegada do Navio BEARN que saiu do Porto de Gênova, Itália para o Porto de Santos (SP) e desembarcou a família de:
- FERDINANDO BARBIERI – pai – 29 anos e sua mulher Ângela Fraccaroli (28 anos) -> (trata-se de meus trisavôs)
- As filhas: Ernesta (minha bisavó materna – com 04 anos) e Zulia (01 ano).
- E a mãe de Ferdinando: Maria Trevisani (minha tataravó ou quartavó - com 66 anos).
Foram para a Fazenda do Banharão, em Jaú (SP).
Tiveram outros filhos no Brasil – vide árvore genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

Ernesta e Zulia Barbieri nasceram na cidade de Sorgà – Província de Verona, Região do Vêneto, Itália. Vide Árvore Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

Em janeiro/2008 recebi uma documentação da cidade de Sorgà (VE) com os nomes dos avôs de Ernesta e também as informações:
Ernesta nasceu com o nome de ERNESTA TEODOLINDA BARBIERI, EM 30/08/1884. Teve uma irmã de nome homônimo, ERNESTA BARBIERI, que nasceu em 30/10/1882 e faleceu em 17/06/1883, em Sorgà, Província de Verona, região do Vêneto, Itália. E aqui no Brasil, minha bisavó permaneceu somente com o nome de ERNESTA BARBIERI.

Avôs paternos de Ernesta:
a) Martino Barbieri, nascido na localidade de Bonferraro – cidade de Sorgà,                                  Província de Verona, Vêneto, Itália, em 10/11/1817.
b) Maria Trevisani, nascita em Nogara, Província de Verona, Vêneto, Itália, em 19/11/1822.

Avôs maternos de Ernesta:
c) Giovanni Fraccaroli
d) Margherita Mariotto.


Ferdinando Barbieri, Ângela Fraccaroli e Jacinto Barbieri estão enterrados no mesmo túmulo no Cemitério Municipal de Bariri (SP), na avenida principal, do lado direito de quem entra – ao lado do Cruzeiro.

8- 02/05/1892 – Chegada do Navio CITTÀ DI GENOVA que partiu do Porto de Gênova – Itália para o Porto de Santos (SP), desembarcaram as famílias STURION, FRARE, BORTOL e CAMPO DALL´ORTO.

Há mais incorreções nas digitações/transcrições dos dados do livro original da Entrada na Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo e a certidão de desembarque é emitida com esses desencontros (Frare está Fraro, não respeitadas as posições das aspas) que com a ajuda do microfilme (CHF) do livro original, as dúvidas puderam ser sanadas. Prestem atenção nas colocações das aspas.

Eis os registros corretos (transcrição do livro original da Hospedaria dos Imigrantes/SP):

SOBRENOME NOME PARENTESCO IDADE Minhas observações
         
STURION Giacomo Pai 51 anos
Chefe d/ família, viúvo.
 “ Rosa Filha 15 anos  
 “ Vittoria Filha 13 anos  
 “ Alba Filha 10 anos  
 “ Antonio Irmão 54 anos  
BORTOL 
Teresa Cunhada 33 anos  
 “ Augusto Sobrinho 07 anos  
 “ Ângela Sobrinha 07 anos  
 “ Regina Sobrinha 03 anos  
 “ Teresa Irmã 42 anos
(minha trisavó, viúva)
FRARE Filippo Sobrinho 15 anos  
 “ Pietro Sobrinho 13 anos
(meu bisavô Guerino)
 “ Luigi Sobrinho 10 anos  
Campo Dall´Orto Valentina Mãe 87 anos
(minha trisavó, viúva)

OBSERVAÇÕES:
1 - Os parentescos anotados nos livros de Entrada são sempre em relação ao chefe da família imigrante. No caso, o chefe era Giácomo Sturion.
2 - As aspas transcritas acima estão dispostas como no livro original que registra as entradas dos imigrantes.
3 - Destino da família: os Sturion, Frare e seus familiares foram para Tietê (SP) – com Oscar de Souza.

Outras Famílias Sturion – de Giuseppe, Giovanni e Paolo, chegaram ao Porto de Santos (SP) em 12/fevereiro/1888 (Navio Bologna, livro nº. 008 - página nº. 218 da Hospedaria dos Imigrantes/SP) e residiam em Tietê (SP).
Eram parentes de Giácomo, Antonio e Teresa Sturion - Vide na Árvore Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.
Essa relação foi possível estabelecer graças à ajuda de Don Noé Tamai, padre em Santa Lucia di Piave (TV), Itália, localizado através de várias cartas que enviei às igrejas e capelas no entorno de Conegliano (Província de Treviso - Itália) e compor este ramo de minha Árvore Genealógica desde 1600. Pois, em microfilme do casamento de Itália Sturion, encontrei que ela tinha nascido em Collalbrigo, que é uma localidade da cidade de Conegliano, assim como de alguns Sturion que vieram em 12/02/1888 e que residiam em Tietê (SP), constava a cidade de Conegliano como local de nascimento. Infelizmente, dos Ufficio di Anagrafe (cartórios italianos) e igrejas das Províncias de Treviso e Verona não foram autorizadas aos mórmons as microfilmagens dos livros de registros, o que dificulta mais a pesquisa genealógica.

Curiosidade-1: A província de Treviso é uma província italiana da região de Vêneto com cerca de 703 625 habitantes, densidade de 295 hab/km². Está dividida em 92 comunas/cidades, sendo a capital Treviso.
Faz fronteira a norte com a província de Belluno, a este com a região Friuli-Venezia Giulia (província de Pordenone), a sul com a província de Veneza e a província de Pádua e a oeste com a província de Vicenza.

 

Curiosidade-2: A palavra “storione” significa esturjão (gênero de peixe, de cuja ova se faz o caviar – Dicionário Aurélio).
Este ramo da família Sturion é da fração de RUA, pertencente à cidade de San Pietro di Feletto, norte da Província de Treviso, região do Vêneto, Itália.
Minha trisavó Teresa Sturion nasceu nessa fração, casou-se em 27/01/1875 na fração de Collalbrigo com Giovanni Frare (nascido na cidade de Refrontolo/TV).
Seu filho primogênito foi batizado como Filippo-Angelo Frare (Ângelo Ferrari no Brasil) nasceu em Refrontolo , Província de Treviso, região do Vêneto, em 12/outubro/1877. Mas foi registrado no cartório italiano (Ufficio di Anagrafe) somente como FILIPPO FRARE.

No último momento do fechamento (entre 07 e 14/09/07) do site consegui localizar que:
A) Meu bisavô Guerino Ferrari nasceu na fração de Cavassico di Sotto ou Cavassico Inferiore, na cidade de Trichiana, Província de Belluno, região do Vêneto, em 19/12/1879, com o nome de PIETRO QUIRINO FRARE.
B) Seu irmão Luigi Frare nasceu na mesma fração e  cidade em 30/04/1882. Foram batizados na Paróquia Santa Maria Assunta e San Felice Martire.
C) Giovanni (-Pietro) Frare, pai de Ângelo, Luigi e Guerino, morreu de colapso do coração na fração de Cavassico di Sotto, em Trichiana (BL), em 22/05/1884.
D) Outros Frare e Sturion se transferiram da Província de Treviso para a fração de Sant´Antonio Tortal, em Cavassico di Sotto ou Inferiore, pertencente a Trichiana (BL). Estou trocando correspondências com descendentes dessas famílias, que pertencem ao mesmo ramo genealógico de meus antepassados FRARE e STURION. Agradeço a Rachele Cortina (Frare) por ter entregado minha carta a Fabio Frare, que muito tem acrescentado a este ramo genealógico.

 

OBS: Teresa Storion estava grávida quando da morte de seu marido Giovanni Frare. Esse filho foi batizado como nome de Giovanni,  nasceu em 11/08/1884 e morreu com poucos meses de idade (em 07/04/1885-Registro de óbito na Igreja consta somente o nome de Antonio e Giovanni, no cartório) na mesma fração de Cavassico di Sotto em Trichiana (BL), mas no cartório consta o óbito de Giovanni para esta data.


O local de nascimento de Luigi e óbito de seu pai foram localizados graças ao microfilme do CHF/Mórmons do livro de casamento de Luigi Frare, do cartório civil de Jaú (SP). Luigi se casou em 05/07/1902, com Angela Vendramini (nascida em 10/03/1883, em Ponte di Piave/TV).
Nesse assento consta o nome da cidade com algo parecido com Trichiana e Província de Belluno.

a

a
Onde os irmãos Frare foram batizados.



Igrejas de Trichiana,
Província de Belluno,
Região do Vêneto, Itália.

Outras imagens de Trichiana (BL):
               http://www.comune.trichiana.bl.it/Guida%20al%20Comune/Scoprire...


Curiosidade3: Guerino Ferrari (nome e sobrenome no Brasil) contou ao seu filho Vitório Ferrari que entrou com o sobrenome FRARE e Vitório contou a seu sobrinho José este fato. Elza Ferrari, irmã de José – já falecido, me contou este fato quando lhe procurei no início da pesquisa. Não pude descartar essa possibilidade, que infelizmente, procurando no terminal de computador do Memorial dos Imigrantes/SP em 2003 e posteriormente pelo site na Internet, os dados não coincidiam, devido ao fato de terem sido transcritos/digitados com erros. Somente após ver os casamentos de Angelo Frare com Vittoria Sturion e de Luigi Frare com Ângela Vendramini nos microfilmes dos livros originais do cartório civil de Jaú (SP), pude ter certeza que o sobrenome foi alterado aqui no Brasil. E aí conheci o neto de Ângelo Frare e Vittória Sturion, o Luiz Antonio Camargo Ferrari, outro apaixonado pela genealogia da família, que mais uma vez me confirmou que o sobrenome original era FRARE. Não restando mais dúvida, a pesquisa na Itália foi com o sobrenome Frare, pois Ferrari é um sobrenome muitíssimo encontrado e tornava a procura muito difícil – e nunca seriam encontrados.


Refrontolo (TV) – cidade natal de Giovanni Frare e seu filho Filippo-Angelo Frare, conhecido no Brasil como Ângelo Ferrari, casado com Vittoria Sturion, sua prima.

Curiosidade4: Distância entre Conegliano (TV) e Refrontolo (TV), passando por San Pietro di Feletto = 12,7 km.

 http://tuttocitta.libero.it/tcolnew/index_libero_lite.html
Preencha os campos: PARTENZA = Conegliano (TV)
                                   ARRIVO = Refrontolo (TV)

Em microfilmes do cartório civil e igreja de Tietê (SP) tenho encontrado muitos assentamentos dos Sturion e Bortol. Hoje também tem descendentes em Piracicaba, Salto, Londrina.
Os Frare acabaram indo para a fazenda do Banharão da família Prado, em Jaú (SP), cidade onde Ângelo e Luigi Frare casaram–se, respectivamente, com Vittoria Sturion e Ângela Vendramini. Nas certidões de casamento civil em Jaú (SP), seus sobrenomes estão registrados corretamente – FRARE.


Fazenda do Banharão – Quadro de Baccan – Museu Municipal de Jaú (SP) –
Foto mar/2007.


Antiga Estação Ferroviária de Jaú – foto mar/2007. Indicação para a
Estação da Estrada de Ferro Companhia Paulista do Banharão, distante 3 km de Jaú (SP).

Veja o site: http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/banharao-vel.htm             http://www.estacoesferroviarias.com.br/b/banharao.htm

 

Quando meu bisavô Guerino se casou com Ernesta Barbieri, em 07/06/1902 - Bariri (SP), seu registro está com o sobrenome de FERRARI.
E hoje os descendentes tanto de Guerino, Ângelo (que nasceu Filippo-Angelo Frare) e Luigi são todos FERRARI.

Posteriormente, as famílias dos 03 irmãos foram para as terras do Bairro Viuval de Baixo, Bariri (SP).

A estrada que liga Bariri (SP) a Itaju (SP) corta os dois bairros Viuval (de Cima e de Baixo). Segundo minha avó Hermelinda Ferrari, aos domingos, ela e suas primas iam à missa (a igreja antiga era deste lado da cidade) por esta estrada e meu avô Mário Paschoal Ticianeli e seus irmãos também iam. E foi onde se conheceram. Acabaram se casando, assim como suas primas Luiza Ferrari que casou com Jeremias Ticianelli e Regina Ferrari que se casou com Higino Ticianelli. Houve mais casamentos entre Ferrari e Ticianelli – Vide na Árvore Genealógica.

Guerino Frare/Ferrari e Ernesta Barbieri estão enterrados juntos no Cemitério Municipal de Bariri (SP).

Teresa Sturion está enterrada no mesmo túmulo de Ângelo Ferrari, Luiza Ferrari e Jeremias Ticianelli, no Cemitério Municipal de Bariri (SP).
Em frente ao seu túmulo está o túmulo de Vittória Sturion, Maria Ferrari e Ricardo Ferrari.

9- Em 14/março/1893 – Desembarcou do Vapor ARNO, no Porto de Santos(Enrico):
ENRICO TIZIANEL (com 32 anos), sua mulher FELICITA DE RIZ (com 27 anos), e os filhos EUGENIO (05 ANOS) e ANNA (01 ano).

Segundo César Ticianeli, neto do Eugenio, a menina ANNA faleceu no navio, perto da costa brasileira. A família tentou acobertar que ela estava morta. O fiscal do andar do navio percebeu e a família convenceu-o a não contar o ocorrido ao capitão, para que ela não fosse jogada ao mar, pois era este o procedimento para aqueles que faleciam no navio (por medidas sanitárias). O fiscal atendeu ao apelo, e logo que desembarcaram, providenciaram que ela fosse enterrada na cidade de Santos (SP).

Enrico-Eugenio Tizianel e Felicita-Maria Luigia De Riz (nomes originais de batismo)  nasceram também em Polcenigo (PN), região de Friuli-Venezia Giulia, Itália. Seu filho Eugênio Tizianel nasceu na cidade de Montereale Valcellina (PN), cidade próxima a Polcenigo (PN).

Ainda não recebi cópia do ato de nascimento ou batismo de Anna Tizianel. Vide Árvore Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

César Ticianelli também conta que, o Ticiano ou Tiziano-Giuseppe Tizianel (filho de Gio Maria) foi buscá-los no Porto de Santos (SP) e foi tirada uma foto com a família, tendo ao fundo o navio. Não sabe quem possui esta foto. Se algum descendente de Eugenio Tizianel souber desta foto, seria interessante obter uma cópia para divulgação.
Trouxeram na bagagem: armas e a máquina fotográfica de tripé.


(semelhante à máquina fotográfica trazida pela família de Enrico Tizianel)

No início foram para Bariri (SP) e após determinado tempo, navegando pelo rio Tietê, escolheram Itaju (SP) para morar. Doaram as terras para a igreja da cidade. Ajudaram a derrubar as árvores para sua construção.
Depois de alguns anos, Eugênio e muito dos descendentes foram para Iacanga (SP). Posteriormente alguns descendentes foram outras cidades do Estado de São Paulo.
César diz que seu avô Eugênio e meu avô Mário conversavam muito. Lamentamos desconhecer o teor dessas conversas, quem sabe falavam sobre a Itália. Tanto das nossas famílias como de tantas outras famílias italianas que acabei por encontrar durante a pesquisa, os imigrantes e seus primeiros descendentes tinham certa reserva para conversar sobre a descendência. Podemos entender, vieram para “fare la vitta” (fazer a vida) e passaram por muitas dificuldades: do idioma, de costumes, distantes de parentes e da terra natal.

Enrico Tizianel está enterrado em Itaju (SP) e seu filho Eugênio está enterrado em Echaporã (SP). (Vide Árvore Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”). Dos descendentes, tive muitas amizades sem saber que eram descendentes do mesmo sobrenome, como o caso de Elizabeth e Roberto Monari e seus irmãos, filhos do Sr. Albino Monari e dona Catarina Ticianelli Monari. Heleno Vianna Jr e eu trabalhamos juntos no CESEC do Banco do Brasil, e como não levamos os sobrenomes maternos, recentemente vim a saber que tinham descendência do mesmo local da Itália e quem sabe um dia nossos ramos da árvore genealógica tenham se cruzado.

10 - 14/08/1894 – Chegaram do Porto de Gênova, Itália para o Porto de Santos (SP), no Navio “Rè Umberto” a família de LUIGI TIZIANEL (40 anos) e ANGELA POLESE (36 anos), e
- Os filhos: Francesco (14 anos), Maria (10 anos), Virginia (08 anos), Cecília (06 anos) e Serafino (09 meses);
- o irmão Domenico (36 anos) e a esposa Sante (40 anos);
- a irmã Eufrazia (30 anos) e o marido Giovanni (30 anos);
- os sobrinhos: Luigi (13 anos), Ângelo (09 anos), Pietro (07 anos), Madalena (03 anos), Giovanna (01 mês);
- os pais: Francesco (63 anos) e Maria (63 anos).

A família toda de Luigi Tizianel, desde sua mulher Ângela Polese, seus pais Francesco Tizianel e Maria De Riz, irmãos, sobrinhos e cunhada Santa Maria Varnier são naturais da cidade de Polcenigo (PN), Itália. Desconheço o sobrenome do cunhado Giovanni. Quem souber seu sobrenome, descendentes, favor me enviar dados. Após o lançamento do site, alguns descendentes foram localizados e o sobrenome aparece com muitas variações: Ticianel, Ticianeli, Ticianelli

Luigi Tizianel nasceu na fração de Coltura, cidade de Polcenigo (PN). Luigi foi batizado na Paróquia de San Giovanni Battista, de Polcenigo (PN), assim como sua mãe Maria De Riz. Os casamentos de Luigi Tizianel com Ângela Polese e de Domenico Tizianel com Santa Maria Varnier foram nessa paróquia.

A cidade de Polcenigo (PN) é pequena, mas possui várias igrejas, igrejinhas e capelas. Todas com obras de arte belíssimas. 

No Brasil, moraram primeiramente em Bariri (SP), depois foram para Bandeirantes (PR), aos poucos para outras cidades do Paraná (Londrina, Curitiba, por exemplo) e agora se encontram em outras cidades do Brasil, como também no estado do Maranhão.

OBS: Vide este início da família na Árvore Genealógica de Luigi Tizianel e Ângela Polese.

OBS2: Família encontrada somente no microfilme de Índice de Entradas dos Imigrantes na Hospedaria de São Paulo (SP), Arquivo do CHF/Mórmons.

11 – OUTRAS ENTRADAS NO BRASIL: Que também constam na Árvore    Genealógica “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

A14/abr/1886 – Porto de Santos - família nº. 46.570, livro nº. 003, página 62, do registro da   Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo – Vapor Brenero:
Elisabetta Scandolo (mãe, viúva) e os filhos: Francesco e Maria Scandolo.
Procurar pelo sobrenome Scandalo no site:
  http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br

Essas famílias Scandolo unidas com Canal e De Riz (vide itens B e C abaixo) moraram primeiramente em Jaú (SP), logo foram para Bariri (SP).

Vide site da família:

   http://br.geocities.com/rogeriosandoli/familiascandolo.html#_ftn1

B – 14/abril/1886 – Porto de Santos - família nº. 46.580, livro nº. 003, página 62,do registro da   Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo – Vapor Brenero:
Oswaldo Scandolo (filho de Elisabetta Scandolo) e sua esposa Anna Canal,
e os filhos: Elisabetta Margheritte e Matteo Scandolo.

C10/abril/1886 – família nº. 46.540, Livro nº. 003, página nº. 62 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo: Domenica Scandolo (filha de Elisabetta Scandolo), seu marido Giovanni De Riz e seus filhos: Maria, Domenico e Anna De Riz.
Observação: A data correta da entrada deve ser 14/04/1886, pois estão registrados no mesmo livro e página das famílias anteriores.

D12/fev/1888 - Porto de Santos (SP) - família nº. 2.679, Livro nº. 008, página nº. 218 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo - Vapor Bourgone:
Giuseppe Sturion, sua esposa Teresa e os filhos: Pietro, Fioravante Fortunato,
Ângelo, Giacinto, Gio Batta, Pierina,

E12/fev/1888 - Porto de Santos (SP) - família nº. 2.680, Livro nº. 008, página nº. 218 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo - Vapor Bourgone:
Giovanni Sturion, sua esposa Antonia Marcon e os filhos: Martino-Pietro, Anna, Luigia, Antonio, Regina e Angelo Sturion.

F12/fev/1888 - Porto de Santos (SP) - família nº. 2.681, Livro nº. 008, página nº. 218 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo - Vapor Bourgone: Anna Callodel, seu filho Paolo Sturion, sua esposa Teresa e os filhos: Chiara, Domenico, Fioravante, Gio Maria, Giuseppe, Luigi, Marino, Pietro e Rosa Sturion.

G24/out/1887 - Porto Santos (SP) - família nº. 61.770, Livro nº. 006, página nº. 301 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo (SP): Federico Vendramini (família registra no livro como Vendramin), sua esposa Marina Baro, e seus filhos: Angelo, Ângela, Catterina, Giovanni. Também vieram seus irmãos: Sante Vendramini e Domenico Vendramini com sua mulher Augusta Durisan e filhos: Luigi e Virginia. E a mãe Ângela Rizzo ou Rioso, viúva de Luigi Vendramini. Ângela Vendramini casou-se com Luigi Frare (posteriormente Ferrari), em  Jaú (SP), em 15/07/1902.

H – 19/nov/1891 - Porto Santos (SP) - família nº. 03.887, Livro nº. 030, página nº. 272 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo (SP) – Vapor Duca di Galliera:
Pietro Piotto (Nascido em San Zenone degli Ezzelini/TV), sua esposa Domenica Dal Bello (nascida em Asolo/TV) e seus filhos: Beniamino Domenico e Regina Angela, nascidos em San Zenone degli Ezzelini, Província de Treviso (TV), região do Vêneto, Itália.
e Maria Luigia, Luigi Piotto e Pierina - nascidos na fração de Béssica, em Loria (TV), Vêneto, Itália.

I – 26/dez/1907 - Porto Santos (SP) - família nº. 15.070, Livro nº. 079, página nº. 127 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo (SP) – Vapor Bologna: Natale Baliello (entrada registrada como Rachielo) e sua filha Elvira Baliello.
OBS: Natale já havia estado no Brasil, em Jaú (SP), há 10 anos antes.

Elvira Baliello casou-se com Luigi Piotto, em Bocaina (SP), em 17/julho/1910.

J – 19/out/1894 - Porto Santos (SP) - família nº. 42.150, Livro nº. 044, página nº. 121 do registro da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo (SP): Angelo Farnesi, sua mulher Enrichetta e seus filhos: Adelaide ou Adélia, Christina, Leone e Pia e o cunhado Mansuelo. Adelaide Farnesi casou-se em Ribeirão Preto (SP) com Roque Tambellini, avô de Regina Isaura Tambelini Ticianeli.
Vide na Árvore Genealógica de“Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

L – Aproximadamente em 1892 a família de Joseph Mattar, sua mulher Maria Zanzal Mattar (que tinha o apelido de Barbarita) e talvez Mary Zanzele vieram de “Judaid Margeun”, território do Líbano, que pertencia à Síria e foram para Buenos Aires, Argentina. Tinham um navio pequeno com tripulação que  venderam na Bacia do Prata.

Compraram uma fazenda na cidade de Lincoln, Província de Buenos Aires.    Joseph e Maria tiveram 04 filhas, que morreram logo ao nascer e depois tiveram 04 filhos: Elias Cícero Mattar, Antonio Mattar, Raul Mattar e Jorge Mattar, que      se tornou padre.

A família veio da Argentina para o Brasil em 1916 e foi para Iacanga (SP),     juntar-se aos seus parentes Feres, Pedro e Adib Mattar.

Ficou uma irmã de Joseph Mattar em Buenos Aires, Argentina, pois estava     casada. Não se sabe o sobrenome do marido para tentar saber sobre seus     descendentes.

Padre Jorge nasceu aproximadamente em 1917. Foi ordenado em 1939. Faleceu em Iacanga (SP), em 20/agosto/1959 e está enterrado no Cemitério Municipal de Iacanga (SP). Fundou a escola, que hoje tem seu nome.

Esta família e alguns descendentes podem ver visualizados na Árvore Genealógica de “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”, pois a descendente Terezinha Mattar casou-se com José Sebastião Ticianeli.

Conheçam as obras de um dos descendentes dos Mattar:       http://www.zanzal.com.br/index.htm

M – Campo Dall´Orto:

Este ramo dos Campo dall´Orto, que no século XVIII eram freqüentemente batizados con o sobrenome VACCHER  (citado sucessivamente em 1802 só como alcunha – tradução: Vaqueiro), tem origem documentada na cidade de Scomigo, Província de Treviso, região do Vêneto, Itália. Em Carpesica aparecem entre 1732 a 1772; antes desta data e depois, por 1802 aparecem em Scomigo. Os matrimônios dos numerosos descendentes são encontrados em Carpesica, Ogliano, San Vendemiano, San Fior, Ceneda e em muitas outras localidades do Brasil ao final do século XIX. Outros ramos menores não foram reportados” na Árvore feita por Cristina Perin e oferecida à Sra. Lydia Campo Dall´Orto Arida, em Conegliano (TV) – set/1999. Este ramo foi aumentado aqui no Brasil, e que por intermédio de Don Noé, me foi presenteada em novembro/2007. Obrigado a todos: Don Noé, Sr. Antonio Perin, Cristina Perin, Sra. Lydia, e também ajuda dos descendentes Mario Vinícius Pasquetto Mazzoco e Prof. Marco Antonio Campo Dall´Orto.

Nota: Minha quartavó materna Valentina Campo Dall´Orto é             descendente de Iseppo (nascido aproximadamente em 1715), filho             de Antonio (nascido por volta de 1680).
            Lydia Campo Dall´Orto Arida é descendente do outro filho de             Antonio, do Gio-Batta (nascido por volta de 1720).
            Mas nossos ramos se encontram primeiramente com a família             MASET.


Esse ramo está inserido na AG de “Desembarque pelo Porto de Santos (SP)”.

Vide:

          http://blogdafamiliacampodallorto.blogspot.com/
          http://br.geocities.com/bravin_2000/familias/pagfamil/campodalorto.htm

N- 14/agosto/1894 – Chegada no Porto de Santos (SP) através do Vapor “Rè Umberto” da  família   Benfatti, composta por:

Giovanni Benfatti, pai (44 anos), Regina Mozzini, mãe (47 anos), filhos: Adelmo (07 anos),  Evaristo (18 anos), Carlo (12 anos), Ginna (11 anos), Pilade (8 anos), Ugo (04 anos), Vittoria (06 meses) e Giltrudo (79 anos, viúva e mãe de Giovanni).

Obs1: Futuramente, Adelmo ou Delelmo ou Adelelmo casou-se com Julia ou Giulieta Ticianelli (filha de Tiziano-Giuseppe Tizianel e Maria Scandolo).

O nome correto è Adelelmo Alessio Benfatti e o sobrenome de sua mãe Regina é Mossini.

Obs2: Esta família veio no mesmo dia e navio da família de Luigi Tizianel e Angela Polese.

O – 10/outubro/1905 - Chegada no Porto de Santos (SP) através do Vapor “ORLEANAIS” da  família   MARTIN GIMENES, composta pelos espanhóis:

Manoel Martin Gimenez, pai (40 anos), sua mulher Encarnacion Gomez (33anos), filhos:

Alonso (11 anos – meu avô paterno), Antonio(10 anos), Manoel (08 anos), Francisco (07      anos), Carmen (2 anos).

Origem: Porto de Málaga, Cidade e Província de Málaga, região da Andaluzia, Espanha.

Destino: Jaú (SP). Posteriormente foram para Bariri (SP), onde muitos se casaram, tiveram seus filhos. Depois Iacanga (SP), Bauru (SP) e cidades do Estado do Paraná.

P – 19/julho/1910 - Chegada no Porto de Santos (SP) através do Vapor “ITALIE” da  família   MARTIN GIMENES, composta pelos espanhóis:

Miguel Martin Gimenez, pai (43 anos – natural de Cartama, Província de Málaga, Região da Andaluzia, Espanha), sua mulher Maria Bello de Morales (39anos, natural da cidade de Málaga), filhos:

Alonso (17 anos), Margarita (12 anos), Miguel (10 anos), Francisco (05 anos), Carmen (5 anos – minha avó paterna) e Dolores (1 ano).

Origem: Porto de Málaga, Cidade e Província de Málaga, região da Andaluzia, Espanha.

Destino: Jaú (SP), Fazenda de Joaquim Pires de Camargo. Posteriormente foram para Bariri (SP), onde muitos se casaram, tiveram seus filhos. Depois Iacanga (SP), Bauru (SP) e cidades do Estado do Paraná.

OBSERVAÇÃO: Os espanhóis Manoel e Miguel Martin Gimenez eram irmãos, filhos de Alonso Martin Aguilar e Margarita Gimenez Bazan. Ambos naturais da cidade de Cartama, Província de Málaga, Região da Andaluzia, Espanha.

 REGISTRO DE IMIGRANTES NA HOSPEDARIA DE SÃO PAULO


Memorial do Imigrantes/SP – maio/2007.

Algumas entradas de imigrantes pelo Porto de Santos-SP, para serem localizados no site, tem-se que pesquisar de diferentes formas de escrita desobrenomes.
Por exemplo: encontra-se Scandolo estão como Scandalo.
                       Grigolin encontra-se como Gregolini.
                       Sturion, procurar pelos sobrenomes Sturion e Storion.


www.memorialdoimigrante.sp.gov.br

Pesquisa e Site por Tânia Mara Tizianel Martins
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